Espiritismo, Umbanda, Candomblé – Qual a diferença?

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Constantemente ao ouvirmos irmãos de crenças semelhantes ouvimos “sou espírita umbandista” ou “sou espirita Kardecista”. Bom o termo kardecista não foi criado por Allan Kardec mas sim o termo espírita e o termo espiritismo. Acontece que inúmeras vezes nos deparamos com o termo kardecismo para indicar que uma pessoa é espírita que segue a doutrina dos espíritos codificada por Allan kardec.

Para entendermos esta questão pegaremos a introdução do livro dos espíritos no primeiro item quando kardec diz:

Para coisas novas, palavras novas são necessárias, assim o requer a clareza da linguagem, para evitar a confusão inseparável do sentido múltiplo dos mesmos termos. As palavras espiritual, espiritualista, espiritualismo, possuem uma acepção bem definida; dar-lhes uma nova para aplicá-las à Doutrina dos espíritos seria multiplicar as causas já tão numerosas de anfibologia.

Neste trecho kardec nos salienta a necessidade de uma nomenclatura nova para algo novo. O espiritismo ao surgir não possuía precedentes históricos científicos o que causaria muito problema de interpretação e entendimento caso Kardec utilizasse nomes que já possuíam um significado definido e de conhecimento público. Como toda descoberta científica nova precisa de um nome, Allan Kardec criou a nomenclatura :

Espiritismo – Lei moral de Jesus, o consolador prometido por Jesus, trazida pelos espíritos e codificada por Allan Kardec.

Espírita – Aquele que segue a lei moral da revelação do espiritismo.

Conforme Kardec continua na sua introdução do Livro dos espíritos:

Com efeito, o espiritualismo é o oposto do materialismo; quem quer que acredite possuir em si outra coisa além da matéria é espiritualista; mas daí não se conclui que creia na existência dos espíritos ou em suas comunicações com o mundo visível. Em lugar das palavras ESPIRITUAL, ESPIRITUALISMO, empregamos, para designar essa última crença, as de espírita e de Espiritismo cuja forma lembra a origem e o sentido radical, e que por isso mesmo têm a vantagem de ser perfeitamente inteligíveis, reservando à palavra espiritualismo sua acepção própria. Diremos, portanto, que a Doutrina Espírita ou o Espiritismo tem por princípio as relações do mundo material com os espíritos ou seres do mundo invisível. Os adeptos do Espiritismo serão os espíritas, ou, se quiserem, os espiritistas.

Portanto, toda doutrina que acredita em algo além da matéria é espiritualista, mas nem toda doutrina é espírita. Somente ao espiritismo cabe esta definição ao pé da letra, pois fora Kardec quem criou esta palavra a fim de melhor definir aquele que acredita na comunicação com os espíritos e na vida futura.

A confusão acontece pois muitas doutrinas confundem-se ao espiritismo devido à semelhanças muito grandes na base filosófica. É o caso da umbanda e do candomblé que possuem na sua base filosófica crenças em mundo espiritual, reencarnação, comunicação com os espíritos, para citar as principais semelhanças. Porém é preciso entender que são doutrinas diferentes e únicas e o termo geral espiritismo é empregado para engloba-las, todas, devido à melhor aceitação que as pessoas leigas tem à palavra espiritismo do que à umbanda e candomblé. Em suam devido a preconceitos de criaturas sem muito adiantamento moral as religiões afrodescendentes que possuem semelhanças ao espiritismo adotam emprestado o nome espiritismo e espírita.

De fato, atualmente, a população em geral conhece as 3 religiões como sendo espiritismo em diferentes vertentes. Esta ideia nada tem de conclusão acatada pela codificação de Kardec, porém é preciso entender que devido aos preconceitos sofridos tem sido um auxílio à estas religiões utilizar este nome e como a moral espírita nos diz para acolhermos a quem sofre devemos entender esta necessidade momentânea da evolução humana.

O termo criado pelas pessoas “Kardecismo” não é válido pois foi apenas um meio das pessoas se identificarem como seguidoras do pentateuco que é o espiritismo. não somos Kardecistas pois não foi Kardec o criador da doutrina mas sim os espíritos por isso somos espíritas. Ao falar Kardecismo estando dando méritos ao homem Kardec e não a toda plêiade de espíritos que trouxe-nos a doutrina espírita. Por isso se forem perguntados se são espiritas Kardecistas apenas esclareçam aos irmãos que não, somos espíritas tão somente.

Existem inúmeras diferenças entre as 3 doutrinas principalmente nos quesitos de proceder mediúnico e nos rituais. O espiritismo não é adepto a nenhum tipo de ritual as outras duas religiões tem seus rituais e seus modos únicos de se proceder durante a mediunidade. São necessidades diferentes de cada encarnado que procura cada uma dessas 3 doutrinas, livre de uma ser melhor que a outra na verdade cada uma tem um público que precisa de cada tipo de religião.

Além dessas diferenças está as diferenças na comunicação com espíritos. Novamente reforçamos que não existe doutrina melhor que a outra apenas cada uma com uma necessidade especial diferente da outra, mas todas são importantes e necessárias à jornada evolutiva dos espíritos encarnados. No espiritismo comunica-se com espíritos, nas outras duas normalmente tem-se comunicações com entidades da natureza. São diferenças que parecem mínimas mas são a identidade de cada religião bem como o seu foco.

Sem nenhum tipo de julgamento, devemos respeitar esta intenção dos irmãos e entender que não existem disparidades das religiões, cada uma possui sua função necessária ao nosso processo natural de evolução e a verdade de Deus não foi confiada tão somente a uma delas. A sugestão deste artigo é apenas desmistificar esse entrelace. Não é tudo a mesma coisa, cada uma é uma e única, com suas diferenças, seus pormenores e suas crenças bem definidas. Sejamos claros ao expressar nossa religião até porque isto nos auxiliaria a informar melhor nossos irmãos ignorantes que costumam chamar tudo de “macumba” sem ter nenhum conhecimento do que se passa em cada uma destas religiões e nem o porquê.

Espiritismo – Doutrina de cunho filosófico-religioso voltada para o aperfeiçoamento moral do homem por meio de ensinamentos transmitidos por espíritos desencarnados que se comunicam com os vivos através de médiuns.

Umbanda – Religião com traços do catolicismo e de crenças africanas, nascida no brasil.

Candomblé – religião animista, original da região das atuais Nigéria e Benin, trazida para o Brasil por africanos escravizados e aqui estabelecida, na qual sacerdotes e adeptos encenam, em cerimônias públicas e privadas, uma convivência com forças da natureza e ancestrais.

Sim meus amados, não é tudo a mesma coisa, mas TODAS merecem o mesmo respeito, todas tem seu papel na sociedade e na espiritualidade. Esperamos entender esses significados a fim de esclarecer a todos os amigos das definições estabelecidas originalmente. Lembrando-se que estamos na religião que devemos estar, que nos conforta que nos esclarece e que nos faz pessoas melhores. A revelação divina é para todos e todos são filhos de Deus soberano, justo e bom, que este artigo tenha servido de inspiração e esclarecimento a todos os irmãos, Muita paz!

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20 comentários sobre “Espiritismo, Umbanda, Candomblé – Qual a diferença?

  1. umbanda, quimbanda e espiritismo (kardecista) são religiões ou seitas repeitáveis, mas, diferentes. Todas são espiritualistas, Mas a primeira visa ajudar aos outros, a segunda ajudar uns em detrimento da desgraça dos outros, e a terceira visa o a primoramento pessoal, o conhecimento, o desenvolvimento
    , Se as oferendas, despachos são da quimbanda, ok.. veja a discrepância que acham ao se depararem com uma esquina cheia de “oferendas” dizem que são macumbeiros, o que macumba é um instrumento de percussão que lhe empresta o nome, e essa seita é de origem africana.
    Enquanto e espiritismo kardecista tratado como espiritismo, é originário do cristianismo, as outras são de origem africanas. Quanto mais ritos ( rituais) mais elementar ou primária ela é……Não tem nenhum demérito, ser desta ou daquela, tudo vem da evolução do conhecimento e do desenvolvimento.
    A competição entre as religiões,, assim como qualquer tipo de competição (aqui tiro somente o esporte) não é saudável.
    Não é raro vermos, pastores, missionários etc…estabelecerem cura com água, bandagens (pedaços de panos) e outros rituais, dizerem-se evangélicos além da primitividade de seus atos, pregam História da Religião através da Biblia, e ….como Religião.
    Sovaco ilustrado….. sou jornalista de origem católica …mas não pertenço a ninguém…..
    Afinal. a religião esta para o poder….assim como a religiosidade está para a ética
    Biblia (do grego) é biblioteca enquanto. livros é biblos… mas assim caminha a humanidade

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    • Acho muito interessante quando os “seres superiores Espíritas Kardecistas” falam sobre os rituais das religiões africanas tradicionais ou afro-brasileiras; como se eles também não fossem tão ou mais realizadores de rituais.
      Vamos começar com uma máxima dos “kardecistas” que é a de sempre se iniciar qualquer atividade com uma meditação, relaxamento e uma prece com voz macia, mansa, quase angelical. Tons mais altos e baixos fazem com que o orador se assemelhe aos espíritos puros, sem máculas.
      E o que dizer sobre o, praticamente obrigatório, “culto evangélico no lar”. Dizem os “kardecistas” que não é um ritual, mas tem de ser realizado uma vez por semana, sempre no mesmos dia e horário, com início, meio e fim pré definidos, tempo minimo….. Existem inúmeros impressos específicos sobre os “passos” a serem seguidos, formas, formulas, etc.
      Nas reuniões públicas, não existem rituais, apenas “metodologia filosófica-científica-religiosa” (termo imponente e elitizado) onde se inicia co prece, palestra, passe e água fluidificada.
      Poderia ficar aqui por horas a fio. Acho tudo isso muito interessante mesmo.

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      • Certo. Mas isso tudo tem um pq explicado pelos espíritas e n é algo inflexível. O primeiro culto no lar foi feito por jesus na casa de zaqueu por exemplo. A mancietude é sim a semelhança com espiritos superiores pois a calma é virtude do bem… ritual é algo q é feito por tradição . O q é feito or algum motivo comprovado é apenas um procedimento. Assim como procedimento medico é siferente de rituais curandeiros. Procedimentos tem um pq bem definido. Rituais são no campo da crença. O q se diz aqui é que mtas religiões tem rituais e o espiritismo não possui. Tanto que cada centro espirita tem uma formulação mais apropriada ao tipo de trabalho. Depende dos dirigentes espirituais e da forma com que preferem trabalhar.

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  2. Será mesmo que podemos considerar religião as denominações adeptas do assassinato de animais com o nome bonito de “oferendas”?Todos têm direito à sua fé, animais têm direito à própria vida que a Lei determina seja preservada, caso a compaixão humana não o faça. Direitos de inocentes devem ser mantidos e respeitados, o que não vem acontecendo em algumas denominações supostamente associadas à Deus mas que, em verdade, estão vinculadas à Morte. Vinculadas à Deus estão todas as vidas criadas por Ele, para um dia morrerem de velhos no seu tempo e hora. “A cada um segundo as suas obras”, “O que plantares colherás”, “Misericórdia quero e não holocausto” e NÃO MATARÁS”são as lições que Ele espera sejam aprendidas e postas em prática por aqueles que exigem direitos, desprezando deveres básicos de respeito à vida, em nome de uma cultura e/ou tradição que não mais se coaduna com o perfil de um Planeta que se encaminha para maior evolução, progresso, compaixão e ética. Maus tratos de animais continua sendo crime, nada mudou, porque a Justiça Divina não se corrompe nem se negocia com ela se alguns podem passar pelo fio da faca e outros não. Sagrado é o direito de exercer a própria fé, de praticar sua crença, de oferecer presentes, invocando a proteção dos orixás e formulando orações para se conectar com a Divindade; só NÃO PODE É MATAR EM NOME DELA, nos obrigando a assinar embaixo.

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  3. Sou Espirita, porem uma pessoa me disse que meus guias eram do Candomblé, como posso saber se isso é verdade, não sei nada sobre o Candomblé, alguém saberia me explicar melhor?

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  4. Muito boa a explicação, mas algo tem que ser claro. Sou médium, criado e formado na Umbanda, e no terreiro que frequentamos sempre estudamos Kardec, livros espiritas, e principalmente, os ensinamentos transmitidos pelos próprios espíritos. No meu caso, tenho incorporação, faço psicografia onde sempre são transmitidos ensinamentos. Apesar de todo misticismo e simbolismo na Umbanda, a sua base são os Ensinamentos de Nosso Senhor Jesus Cristo. Então podemos dizer que sim, todo umbandista é cristão. Jesus, representado por Oxalá na umbanda, é o Senhor desse Planeta, e todos os espíritos estão subordinados a Ele. E dentre todos os espíritos existentes, esses se diferenciam por grau de elevação, dos níveis mais superiores até os mais inferiores. Talvez o grande erro é pensar que na Umbanda, o relacionamento ocorre com seres divinos, ou entidade superiores, remetendo mais a rituais de religiões antigas. Guias, orixás, entidades, exus, todas essas referencias se referem ao mesmo ponto: ao nosso verdadeiro estado que é o espiritual. Existe toda uma organização e estrutura de hierarquias, e podemos dizer que os espíritos se alinham pelo nível de elevação moral, alinhados as atividades que exercem no mundo astral, para que o mecanismo funcione como um todo. Um caboclo, um preto-velho, um exu, nada mais é que um esprito desencarnado, que alcançou determinado nível de elevação, e por afinidade, escolheu em qual “roupagem” e elemento gostaria de trabalhar no plano espiritual. Seja elemento das natureza, da ciência, da ajuda as espíritos mais necessidades, nos encarne e desencarne, na saúde, dentre outras. São inúmeras falanges, trabalhando de forma organizada e subordinadas a entidades superiores, que também buscam evoluir no plano astral, ajudando ao próximo. E por livre arbítrio, muitos decidem não seguir esse caminho, e preferem ficar ligados ao material, aqui na Terra, se alimentando de energias negativas que nós encarnados, alimentamos através de nossos atos e pensamentos. Quando um espirito decide trabalhar com caboclo, ou qualquer outra linha, isso ele faz por escolha e como forma de merecimento ao fim da sua jornada de encarnado, podendo agora trabalhar nos planos astrais com aquilo que melhor lhe satisfaça e o ajude a seguir no caminho da evolução astral.

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  5. Gostei da explicação, era o que estáva me faltado, gostei principalmente da parte que diz:TODAS TEM O SEU PAPEL MA ESPIROTUALIDA E NA SOCIEDADE AMBAS SÃO NECESSÁRIAS PARA EVOLUÇÃO DO ESPÍRITO. valeu a explicação.

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  6. É o que me disse tempos atrás um caboclo ao indagar-lhe se existe diferença entre Espiritas, Umbandistas, e Candomblecistas?

    “Ele parou, pensou e me respondeu da seguinte forma:
    Você pode seguir um rio em duas canoas, com um pé em cada uma? “

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  7. “Somente ao espiritismo cabe esta definição ao pé da letra, pois fora Kardec quem criou esta palavra a fim de melhor definir aquele que acredita na comunicação com os espíritos e na vida futura.”
    Fico tentando imaginar o que Allan Kardec tem pensado sobre o atual movimento “ESPÍRITA”. Será que ele havia planejado que as coisas tomassem os rumos atuais? Quais seriam as considerações que ele faria atualmente? E por fim qual a resposta que ele daria para o termo citado entre aspas? Será que ele realmente teve esta intenção?
    Será que “Somente” o “Espiritismo”, “ao pé da letra”, “acredita na comunicação com espíritos e na vida futura”?

    “… e o termo geral espiritismo é empregado para engloba-las, todas, devido à melhor aceitação que as pessoas leigas tem à palavra espiritismo do que à umbanda e candomblé.” Já que o “Espiritismo” se diz baseado (um de seus tripés) na ciência, gostaria que o distinto Sr. Felipe Gama postasse os artigos científicos publicados em revistas reconhecidas sobre esse assunto e o que ele quis dizer sobre “pessoas leigas”. Acredito que quando se tem uma convicção religiosa, não se precisa apropriar-se de termos dúbios. E aonde está escrito, Sr. Felipe, que essas ditas “pessoas leigas” tem melhor aceitação ao termo espiritismo em relação aos Umbanda e Candomblé? Hoje, inclusive, já existe uma lei INAFIANÇÁVEL específica sobre intolerância religiosa (Lei 9.459, de 1997).

    “Em suam devido a preconceitos de criaturas sem muito adiantamento moral as religiões afrodescendentes que possuem semelhanças ao espiritismo adotam emprestado o nome espiritismo e espírita.” Meu caro Sr. Felipe Gama, como pode um autor que se diz “Espírita” generalizar, diminuir e e utilizar termos pejorativos como “…criaturas sem muito adiantamento moral…”. Eu ainda me incluo nessa categoria, mas humildemente, sob a tutela dos “meus deuses”, sabedor da minha pequenez, luto para superar-me a mim mesmo. Acredito que as “religiões afrodescendentes” sejam suficientemente independentes e auto suficientes em todos os sentidos não necessitando “ADOTAR EMPRESTADOS” nenhum termo de nenhuma religião, principalmente as que se dizem “adiantadas moralmente” e detentora do uso de termos como “adotam emprestado o nome espiritismo e espírita”.
    Obs. Em pesquisa realizada em órgãos competentes não localizei nada em relação ao uso público dos nomes espiritismo e espírita. Gostaria que me fosse enviado onde consta que somente os espíritas podem se utilizar essas palavras.

    Fernando Costa Jr.

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    • N é uma generalização quando n existem um “todas” mas uma realidade. Muitas pessoas se dizem espiritas para n ter que falar que é umbandista ou candomblecista por medo do preconceito. Isso é normal e inclusive presente no meu dia a dia. Muita gnt se declara espírita por medo de preconceito comos e um fosse melhor que o outro. O menos adiantado é awuele que julga. E nem toda religião de descendencia africana é igual existem diversas diferenciais. Uma familiar minha participa d eum que possui rituais de sacrifícios de animais. Outra parente em uma que não tem. Uma outra participa de um centro de umbanda q linka os aprendizados de umbanda com os trasidos de kardec em seus estudos. Aparentemente meu caro vc tomou por generalização algo que n está generalizado.

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    • Apenas é exposto nessa parte do texto se interpretar bem uma realidade que infelizmente se origina pelo preconceito que as pessoas que deaconhecem tem das religiões espirirualistas e generalizam todas como “macumba” um termo atrasado e disporovido de realidade visto que cada uma dessas 3 tem sua speculiaridades e objetivos perante a criação e a evolução. Isso tbm esta exposto no texto. Apenas um adicional de informações a qiem pretende entender o basico para saber q são diferentes em suas peculiaridadea porém nenhuma é melhor que a outra. Todas tem sua parte na evolução do homem

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    • É importante compreender q n existe melhor. Ñ é esta a questão. Apenas fazer com q as pessoas q desconhecem percam o preconceito e entendam as diferenças. Que percebam q são apenas formas de se exercer a fé ue em suas diferenças unem os povos em busca da evolução

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  8. Palavras são apenas termos que humanos ainda precisam utilizar em suas interações sociais de convivência; prioridade é a intenção de cada coração uma vez que num futuro próximo, felizmente desnecessárias serão essas fronteiras de nomenclaturas, terminologias, conceitos, bandeiras e cores que afastam pessoas ao invés de reuni-las. Intitulo-me KARDECISTA embora admire a Umbanda, somente para estabelecer a diferença necessária porque Espiritismo e Umbandismo não seguem os mesmos postulados, e embora o Nosso Deus seja, claro, o mesmo, algumas pessoas não sabem a diferença, por isso sou kardecista (sem fanatismo e com a liberdade de opinar contra, quando necessário) Penso que devemos respeitar e até mesmo admirar todas as religiões, embora, óbvio, tenhamos escolhido aquela com a qual mais nos afinizamos, cujos postulados e respostas nos satisfaçam a fome de conhecimento e evolução. Apenas um porém: devemos respeitar todo e qualquer credo religioso, SIM, não apenas por medo de punição e multa, quando manifestamos intolerância e desrespeito, mas para que respeitem também a nossa forma de conversarmos com Deus. No entanto é absolutamente intolerável e definitivamente não se pode compactuar com qualquer prática, religiosa ou não, que torture animais inocentes, principalmente acobertando a carnificina com o sagrado e inapropriado nome de Religião, que significa religar a criatura com seu Criador. Inadmissível e intolerável que, em pleno século 21, se continue a prática execrável e macabra de sacrificar seres vivos, compreensível quando em tempos de ignorância e barbárie se sacrificavam até mesmo pessoas mas, hoje, o Planeta está focado na Proteção da Fauna, Flora e de todos os seres vivos em extinção ou não, porque todos merecem respirar, humanos e animais e cumprir seu tempo de vida determinado, isto é, morrendo na hora certa, não antes. Em tempos de Progresso e Conhecimento não se justifica massacres legalizados e protegidos por lei em nome do direito de exercer religiosidade, aqui ou em qualquer lugar do mundo, quando a sabedoria, a informação, a compaixão e o amor já nos deveriam distinguir de trogloditas e selvagens, que matavam porque não sabiam nem queriam salvar os animais que devoravam ou sacrificavam aos seus deuses, igualmente primitivos e ignorantes, achando que poderiam merecer suas bênçãos ou validar seus interesses, geralmente escusos, sombrios e nefastos para terceiros. Entidades Espirituais também evoluem na igual proporção em que evoluímos. Alimentá-las com sangue, sofrimento e morte é escrever nossa própria sentença de dor, sofrimento e morte porque “a cada um segundo suas obras”, “tudo o que plantares, colherás” e qualquer religioso ou não que ainda não entendeu tão elementar definição de Justiça Divina, está muito, mas muito, muito longe Dele.

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